Ainda que tenhamos a capacidade de perceber a dor e o sofrimento dos que nos cercam, a maldição do egoísmo tratará de abrandá-los em nós e permitir que continuemos a viver as nossas vidas.
Muitos se perguntam “em que mundo estamos vivendo?”, “onde vamos parar?”, “até onde vai a maldade do ser humano?”... a resposta é simples: enquanto nos preocuparmos em saber e julgar “quem dorme com quem”, a cor dos amigos de nossos filhos e a classe social das pessoas com que nos relacionamos, estaremos fadados a mesmice e o fracasso que nos prendem a uma sociedade que é tolerante à intolerância.
O resultado é tangível: pessoas espancadas por sua opção sexual, pessoas segregadas em função da sua cor, pessoas se enfrentando por suas convicções religiosas, enfim, um ciclo de conflito que é capaz de assistir à dor e ao sofrimento sem se abalar. Mas o que esperar de uma raça “humana” capaz de olhar para esta foto, tirada há tempos, e ainda achar que há coisas mais importantes com o que se preocupar?
Muitos se perguntam “em que mundo estamos vivendo?”, “onde vamos parar?”, “até onde vai a maldade do ser humano?”... a resposta é simples: enquanto nos preocuparmos em saber e julgar “quem dorme com quem”, a cor dos amigos de nossos filhos e a classe social das pessoas com que nos relacionamos, estaremos fadados a mesmice e o fracasso que nos prendem a uma sociedade que é tolerante à intolerância.
O resultado é tangível: pessoas espancadas por sua opção sexual, pessoas segregadas em função da sua cor, pessoas se enfrentando por suas convicções religiosas, enfim, um ciclo de conflito que é capaz de assistir à dor e ao sofrimento sem se abalar. Mas o que esperar de uma raça “humana” capaz de olhar para esta foto, tirada há tempos, e ainda achar que há coisas mais importantes com o que se preocupar?
