Galera...
Dia 24 de outubro acontece o 11º Festival Universitário do Minuto. As inscrições ainda não foram abertas mas os vídeos já podem começar a ser produzidos. Para participar basta criar um vídeo de um minuto, que tenha algum tema: humor, cidadania, publicidade, historia, e talz...
No ano passado meu vídeo ganhou a categoria "Educação para a Cidadania" e esse ano quero levar mais uns... hehehehe
abrassssss
qualquer dúvida pergunta ae nos coments.
"Que a morte de tudo o que Eu acredito não me tape os ouvidos nem a boca"
sábado, 15 de setembro de 2007
O mundo pode ser melhor...
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem pôr toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
"Onde está a perfeição em meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças.
Então, onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.
Mas ele continuou:
"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
"Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.
Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time.
Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de time e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo pôr seis rodadas e o jogo está na oitava.
- Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo pôr três.
No final da nona rodada, o time de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.
Um questionamento, porém, veio à minha mente: o time deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro.
Para quem não sabe, o batedor tem que bater a bola para o mais distante possível , de preferência fora do estadio, para que quando o time adversário a trouxer de volta, se voltar, êle, batedor, tenha tido tempo de alcançar o maior número de bases, se possível as quatro, voltando à base principal)
Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e o perdeu.
Um dos companheiros do time de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.
Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.
Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar:
- Pedro, corra para a primeira base. Corra para a primeira. Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola.
Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.
Todo o mundo gritou:
- Corra para a segunda, corra para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corra para a terceira.
Quando Pedro contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando:
- Pedro, corra para a base principal. Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganhado o jogo para o time dele."
"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, "aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"
O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza!
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
"Onde está a perfeição em meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças.
Então, onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.
Mas ele continuou:
"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
"Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.
Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time.
Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de time e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo pôr seis rodadas e o jogo está na oitava.
- Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo pôr três.
No final da nona rodada, o time de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.
Um questionamento, porém, veio à minha mente: o time deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro.
Para quem não sabe, o batedor tem que bater a bola para o mais distante possível , de preferência fora do estadio, para que quando o time adversário a trouxer de volta, se voltar, êle, batedor, tenha tido tempo de alcançar o maior número de bases, se possível as quatro, voltando à base principal)
Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e o perdeu.
Um dos companheiros do time de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.
Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.
Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar:
- Pedro, corra para a primeira base. Corra para a primeira. Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola.
Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.
Todo o mundo gritou:
- Corra para a segunda, corra para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corra para a terceira.
Quando Pedro contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando:
- Pedro, corra para a base principal. Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganhado o jogo para o time dele."
"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, "aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"
O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza!
enquanto isso em uma escola do interior...
Professor:
- Quem é o autor grego da frase 'Só sei que nada sei' ?
Joãozinho:
- Puta-que-o-pariu!!!!!, professor, o Lula é grego?????
- Quem é o autor grego da frase 'Só sei que nada sei' ?
Joãozinho:
- Puta-que-o-pariu!!!!!, professor, o Lula é grego?????
Quem ama bloqueia!!!
Este blog apoia a campanha "Quem ama bloqueia", promovida pelos alunos do grupo de estudo Comunicação e Cultura Política da UNIUBE.
Visite a página da campanha: www.quemamabloqueia.blogspot.com
Visite a página da campanha: www.quemamabloqueia.blogspot.com
Piadinha II
Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas".
A professora lhe perguntou:
- "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"
A menina respondeu:
- "Então é a senhora que vai lhe perguntar."
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu:
- "Estou desenhando Deus."
A professora parou e disse:
- "Mas ninguém sabe como é Deus.
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- "Saberão dentro de um minuto".
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
--"E como aconteceu isso?" perguntou a mãe assustada.
- "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam
entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- "Por que você tem tantos cabelos brancos, mamãe?"
A mãe respondeu:
- "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- "Mãe, por que TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que havia acabado de nascer.
De volta à casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- "Como você soube disso?" perguntou a mãe.
- "Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
- "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também 'Este é o Miguel. Agora é médico".
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- "E ali está a professora. Já morreu."
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas".
A professora lhe perguntou:
- "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"
A menina respondeu:
- "Então é a senhora que vai lhe perguntar."
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu:
- "Estou desenhando Deus."
A professora parou e disse:
- "Mas ninguém sabe como é Deus.
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- "Saberão dentro de um minuto".
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Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
--"E como aconteceu isso?" perguntou a mãe assustada.
- "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".
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Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam
entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- "Por que você tem tantos cabelos brancos, mamãe?"
A mãe respondeu:
- "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- "Mãe, por que TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?
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Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que havia acabado de nascer.
De volta à casa, contou com excitação para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- "Como você soube disso?" perguntou a mãe.
- "Papai os levantou e olhou por baixo", respondeu o menino. "Acho que ali estava a etiqueta".
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Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
- "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também 'Este é o Miguel. Agora é médico".
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- "E ali está a professora. Já morreu."
Piadinha I
Um dia, a mulher de tão cansada de cuidar dos filhos da casa e não ser reconhecida disse que ia à esquina comprar cigarros e desapareceu.
Não é força de expressão ou sentido figurado, ela disse exatamente isto:
- Vou ali na esquina comprar cigarro e já volto.
Ficou dez anos desaparecida.
Há algum tempo, reapareceu. Bateu na porta, o marido foi abrir, e lá estava ela. Dez anos mais velha. Ela estava quieta, sem dizer uma palavra. O marido despejou sua revolta em cima dela:
- Sua isso! Sua aquilo! Então você diz que vai à esquina comprar cigarro e desaparece? Me abandona, abandona as crianças, fica dez anos sem dar notícia, me faz criar as crianças sozinho e ainda tem o desplante, a cara de pau, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois você vai me pagar. Fique sabendo que você vai ouvir poucas e boas. Essa eu não vou lhe perdoar nunca. Está ouvindo? Nunca! Entre, mas prepare-se para...
Nisso, a mulher deu um tapa na testa, disse:
- PUTZ! Esqueci os fósforos! Já volto!
Não é força de expressão ou sentido figurado, ela disse exatamente isto:
- Vou ali na esquina comprar cigarro e já volto.
Ficou dez anos desaparecida.
Há algum tempo, reapareceu. Bateu na porta, o marido foi abrir, e lá estava ela. Dez anos mais velha. Ela estava quieta, sem dizer uma palavra. O marido despejou sua revolta em cima dela:
- Sua isso! Sua aquilo! Então você diz que vai à esquina comprar cigarro e desaparece? Me abandona, abandona as crianças, fica dez anos sem dar notícia, me faz criar as crianças sozinho e ainda tem o desplante, a cara de pau, o acinte, a coragem de reaparecer deste jeito? Pois você vai me pagar. Fique sabendo que você vai ouvir poucas e boas. Essa eu não vou lhe perdoar nunca. Está ouvindo? Nunca! Entre, mas prepare-se para...
Nisso, a mulher deu um tapa na testa, disse:
- PUTZ! Esqueci os fósforos! Já volto!
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